quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Redes sem fio

Redes Sem Fios

                            HISTÓRICO


   No ano de 1971, um grupo de pesquisadores sob a liderança de Norman Abramson, da Universidade do Havaí, criou o pacote “primeiro-switched” rede de comunicação de rádio intitulado “ALOHAnet”. ALOHAnet foi a primeira rede de área local sem fio, também conhecida como WLAN. A WLAN ALOHAnet era composta de sete computadores que se comunicavam à outra parte da WLAN. Em 1972, ALOHAnet estavam conectados com o sistema WLAN Arpanet no continente. Este comprimento de
contato foi inovador no setor das telecomunicações entre os computadores.





 COMO FUNCIONA?


   Ele funciona em uma rede wireless é bem simples, é preciso somente a utilização de um aparelho chamado Acess Point, assim, ele transforma os dados da rede em ondas de rádio e o transmite por meio de antenas. 
   As redes sem fio do tipo WAN ou WWAN (Wireless Wide Area Network) sua base é principalmente nas redes de telefone e celular. Ela teve seu desenvolvimento, a princípio, próprio para a comunicação de voz, contudo, agora, é possível também a transferência de dados.
    Existem 3 padrões principais para as Redes Wireless: 802.11b, 802.11a e 802.11g. 



802.11a Trabalha em uma frequência de 5Ghz, o que oferece grande confiabilidade, por ser uma frequência menos utilizada. A partir de 30 metros há redução de velocidade, mas em alcances menores fica entre 22 e 40 Mbps.

802.11b é o tipo de rede wireless mais popular, com velocidade máxima de 11 Mbps e alcance máximo operacional de 100 metros em ambiente fechado e 180 metros em área aberta. A velocidade de acesso depende bastante da distância ao ponto de acesso. A 20 metros a velocidade gira em torno de 11 Mbps. Em alcances de 80 a 100 metros a velocidade pode cair para 1 Mbps ou menos, o que pode causar perda de sinal e lentidão na conexão.

802.11g é uma linha de produtos de fabricantes de rede sem fio que combina conceitos da 802.11a e 802.11b, conhecida como tecnologia “G”, apresenta velocidade do 802.11a, mas é totalmente compatível com redes 802.11b existentes.

                      TECNOLOGIAS 


   As redes sem fio surgiram como redes complementares às redes cabeadas, com a intenção de promover a mobilidade e a visualização rápida dos dados independente da localização do usuário, tendo os dados transmitidos pelo ar ou espaço livre, que se constituem como meio físico para propagação de sinais eletromagnéticos, provendo uma interconexão completa, e permitindo uma grande flexibilidade na localização das estações, sendo essa a principal diferença entre as redes sem fio e as redes convencionais.
    O processo continuou com o desenvolvimento de novas tecnologias e no aumento da velocidade de transmissão de dados que contribuiu com a diversificação das possibilidades até ao desenvolvimento de tecnologias para aplicações mais simples assim como o Bluetooth, com infraestrutura mais simples e baixo consumo energético o que lhe ocasiona a tal desinência.


                       CURIOSIDADES


  • Na hora de escolher o nome para a tecnologia, a Wireless Ethernet Compatibility Alliance (WECA) e a Interbrand cogitaram, dentre diversos nomes, Kinect, o mesmo que seria utilizado 11 anos depois, em 2010, para o sensor de movimentos do Xbox 360.
  • 90% de todos os dispositivos móveis do mundo possuem conexão Wi-Fi.
  • O Wi-Fi ocupa 71% de todas as comunicações via smartphone, através das redes sociais e aplicativos de mensagem via internet.
  • Em 2004 foram lançados os primeiros dispositivos móveis com capacidade de conexão wireless: o Nokia 9500 Communicator e o Motorola MPx.
  • O padrão IEEE 802.16, completo em outubro de 2001 e publicado em 8 de abril de 2002, especifica uma interface sem fio para redes metropolitanas (WMAN). Foi atribuído a este padrão, o nome WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access/Interoperabilidade Mundial para Acesso de Micro-ondas). 

Domínios

Domínios:
·         www: Desenvolvido  pelo físico inglês Tim Berners-Lee, nos laboratórios da Organização Europeia , a sigla para World Wide Web, que que dizer rede de alcance mundial, entretanto si traduzirmos ao pé da letra world wide web é "teia em todo o mundo" é a união de várias mídias interligadas por sistemas eletrônicos de comunicação e executadas na Internet, onde é possível acessar qualquer site para consulta na Internet.


·         Http:// e https//: O protocolo de transferência de hipertexto (HTTP – HyperText Transfer Protocol) é o padrão para a Web. Com ele, os navegadores solicitam as páginas da Web e as recebem. Desse modo, o HTTP define como são solicitadas as páginas da Web, como são enviados os dados que o usuário insere em formulários e como o servidor envia mensagens de erro para o navegador do usuário; é baseado em informações transmitida em texto e os dados do usuário e do servidor podem ser interrompidos ou alterados no meio do caminho por tanto é uma conexão em HTTP é insegura.
 O HTTPS (Hyper Text Transfer Protocol Secure), que insere uma camada de proteção na transmissão de dados entre seu computador e o servidor. Sites que utilizam esse endereço a comunicação é criptografada, elevando a segurança dos dados. É como se cliente e servidor conversassem uma língua onde só as duas entendessem, dificultando a coleta das informações, assim há mais segurança.


·     DNS Domain Name System: Podemos compreender como grandes bancos de dados distribuídos em servidores localizados em diversas partes mundo. Quando digitamos um endereço no navegador, como www.youtube.com, seu computador solicita aos servidores de DNS de seu provedor de internet que encontre o endereço IP associado ao referido domínio. Caso estes servidores não possuam esta informação, eles se comunicam com outros que possam ter neste caso os domínios são organizados hierarquicamente. Primeiramente temos o servidor raiz (root server), que é o principal serviço de DNS e é representado por um ponto no final do endereço
www.youtube.com.
Digitando como esta no exemplo em seu navegador, ele o encontrará normalmente, contudo não é necessário incluir este ponto os servidores já sabem de sua existência.
A internet conta com treze servidores raiz quando uma falha, os demais conseguem manter o funcionamento da rede sem complicações.
A hierarquia contida com domínios, como:.com.net.org.info.edu, .br, .me e várias outros. Estas são chamadas de gTLDs (Generic Top Level Domains ).
Há também terminações orientadas a países, as ccTLDs (Country Code Top Level Domains ). Por exemplo: .br para o Brasil,.ar para a Argentina, .fr para a França e assim por diante.


·         Hosts: É qualquer computador conectado a uma rede, que contém com número de IP e nome definidos. Estas são responsáveis por oferecer recursos e serviços aos usuários. O serviço que mais se utiliza do termo é a Internet. A rede mundial interliga inúmeros dispositivos, Todos esses dispositivos são conhecidos como hosts. Estes serviços contam com uma máquina central, o host, que fica conectada 24 horas por dia, enquanto armazena e envia os dados das páginas para a Internet. Essa máquina é responsável pelo armazenamento de todos os arquivos – CSS, Javascripts e HTML– das páginas que se encontram online.

·         Servidor de correio: O nome dos serviços de E-mail o servidor DNS pode substituir um nome complicado de um E-mail para um nome simples, exemplo: relay1.west-cost.hotmail.com pode ser identificado como hotmmail.com
·         Servidor de nomes: As pessoas se identificam pelo nome, cpf, numero de identidade etc. No caso dos computadores a identificação é feita pelo numero de IP porem, decorar esses números não seria uma tarefa fácil então o DNS pode apelidá-lo, exemplo: ShldStarmodelbell.com.br o DNS pode muda-lo para paginaweb2.com.br.

·         Servidor de nome de domínio de alto nível (TDL): Esses são responsáveis por domínio de alto nível como comedunet e gov e também por domínio de países com br,fr , ru.

·         Servidor de nome com autoridade:Gerenciados por universidades e grandes empresas que podem preferir montar seu próprio servidor DNS e guardar seus registros para pegar registros de algum servidor de autoridade de algum servidor de serviço.


·         Registros: Domínios internacionais.com e.net é rápido, fácil e pode ser feito por qualquer pessoa, entidade ou empresa, não sendo necessária a apresentação de nenhum documento específico. São domínios reconhecidos e utilizados globalmente que proporcionam credibilidade e visibilidade, além de assegurarem a identidade do seu negócio na Internet.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Cabos De Redes

Modo de Crimpar um Cabo de Rede UTP (CAT 5)

. Primeiramente o que é preciso para Crimpar um Cabo de Rede?



Conector RJ45

Os conectores necessários para crimpar um Cabo de Rede de Par Trançado UTP CAT 5 corretamente, são os RJ-45, que tem 8 vias para cabos de 4 pares, mas também suportam cabos de 2 pares, deixando 4 vias do conector sem nenhuma conexão.
Como você pode notar na imagem acima, o conector tem partes metálicas que são destacadas em dourado para conectar-se nas placas de rede, existem encaixes que servem perfeitamente para cada fio dos pares, que ao total também são 8.

Alicate de Crimpagem!
O alicate de Crimpagem é muito útil para crimpar um Cabo de Rede RJ45. Quando nós inserimos o Cabo na parte de crimpagem do alicate ele prende o cabo de Rede com o Conector RJ45,
assim sendo permitindo a funcionalidade do cabo por completo, desde quando você engatando os fios certos no RJ45. Veja a imagem abaixo:
Esse é o alicate de Crimpagem, especialmente para cabos de redes RJ45.

Cabo de Rede de Par Trançado UTP (CAT 5)!
Existem vários tipos de cabos de rede, mas estamos falando do mais popular, o Cabo de Rede de Par Trançado UTP CAT 5 que pode ser usado em redes 1000BASE-T gigabit ethernet. Veja a imagem abaixo do cabo UTP (CAT 5):

Na imagem acima vemos o cabo UTP (CAT5), com par trançados, ele é o mais usado em Redes e por ser mais barato.

Tipos de Cabos Padrões de Redes!

Cabo Crossover: O cabo crossover é um cabo de rede com as conexões cruzadas que permite a ligação direta de 2 computadores pelas respectivas placas de rede sem a necessidade de um switch ou hub. O cabo crossover também permite a ligação direta de dispositivos a um computador sem a utilização de um switch. Um relógio de ponto TCP-IP, por exemplo, que normalmente seria conectado a um swtich com o cabo de rede direto, pode ser diretamente conectado a um computador com o cabo de rede cruzado, isto é, o cabo crossover. A pinagem de um cabo crossover é bem parecida com o cabo direto e pode ser vista no esquema abaixo.

Cabo Patch Cord GigaLan CAT.6: 
Certificação Anatel para componente, de acordo com os novos requisitos vigentes. 

Performance garantida para até 6 conexões em canal de até 100 metros; 

Excede as características TIA/EIA 568 B.2-1 para CAT. 6 e ISO/IEC 11.801. 

Performance de conector centralizada com as normas, garantindo a interoperabilidade e performance. 

Contatos dos conectores com 50 micropolegadas de ouro; 

Disponível nas configurações 568/A, 568/B ou crossconect; 

Possui "boot" na mesma cor do cabo, injetado, no mesmo dimensional do plug RJ-45 para evitar fadiga no cabo em movimentos de conexão e que evitam a desconexão acidental da estação de trabalho.

Raques de Redes!
Tudo começa com a sala de equipamento (equipment room), que é a área central da rede, onde ficam os servidores, switches e os roteadores principais. A idéia é que a sala de equipamento seja uma área de acesso restrito, onde os equipamentos fiquem fisicamente protegidos.
Em um prédio, a sala de equipamento ficaria normalmente no andar térreo. Seria inviável puxar um cabo separado para cada um dos pontos de rede do prédio, indo da sala de equipamento até cada ponto de rede individual, por isso é criado um segundo nível hierárquico, representado pelos armários de telecomunicações (telecommunications closed).
O armário de telecomunicações é um ponto de distribuição, de onde saem os cabos que vão até os pontos individuais. Normalmente é usado um rack, contendo todos os equipamentos, que é também instalado em uma sala ou em um armário de acesso restrito.
Além dos switches, um equipamento muito usado no armário de telecomunicações é o patch panel, ou painel de conexão. Ele é um intermediário entre as tomadas de parede e outros pontos de conexão e os switches da rede. Os cabos vindos dos pontos individuais são numerados e instalados em portas correspondentes do patch panel e as portas utilizadas são então ligadas aos switches:

Além de melhorarem a organização dos cabos, os patch panels permitem que você utilize um número muito maior de pontos de rede do que portas nos switches. A idéia é que você cabearia todo o escritório, ou todo o andar do prédio, deixando todas as tomadas ligadas ao patch-panel. Se for um escritório novo, provavelmente poucas das tomadas serão usadas de início, permitindo que você use um único switch. Conforme mais tomadas passarem a ser usadas, você passa a adicionar mais switches e outros componentes de rede, conforme a necessidade.


Como você pode notar, este sistema prevê o uso de três segmentos de cabo:
a) O patch cord ligando o switch ao patch panel.
b) O cabo da rede secundária, ligando o patch panel à tomada na área de trabalho.
c) O cabo entre a tomada e o PC.






Fibra ptica

A comunicação com fibra óptica tem suas raízes nas invenções do século XIX. Um dispositivo denominado Fotofen convertia sinais de voz em sinais óticos utilizando a luz do sol e lentes montadas em um transdutor que vibrava ao entrar em contato com o som. 
A fibra óptica em si foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kanpany, ela se tornou mais prática durante os anos 60 com o surgimento das fontes de luz de estado sólido, raio lazer e os LEDs (do inglês light-emitting diodes), e das fibras de vidro de alta qualidade livres de impurezas. As companhias telefônicas foram as primeiras a se beneficiar do uso de técnicas de fibra ótica em conexões de longa distância, em meados da década de 1980, foram estendidos, nos Estados Unidos e no Japão, milhares de quilômetros de cabos de fibra óptica para estabelecer comunicações telefônicas. 
O funcionamento desses cabos ocorre de forma bem simples. Cada filamento que constitui o cabo de fibra óptica é basicamente formado por um núcleo central de vidro, por onde ocorre a transmissão da luz, que possui alto índice de refração e de uma casca envolvente, também feita de vidro, porém com índice de refração menor em relação ao núcleo. A transmissão da luz pela fibra óptica segue o princípio da reflexão. Em uma das extremidades do cabo óptico é lançado um feixe de luz que, pelas características ópticas da fibra, percorre todo o cabo por meio de sucessivas reflexões até chegar ao seu destino final.

Pense em um imenso canudo de refrigerante ou em um cano plástico flexível. Imagine, um cano exetremamente comprido. Agora, considere que a superfície interna desse cano foi revestida com um espelho perfeito e esse espelho foi feito de vidro extremamente puro, de modo que, mesmo que seja vários quilômetros de comprimento, a luz ainda pode atravessá-lo (imagine vidro tão transparente que, uma janela com esse vidro, de vários quilômetros de espessura, ainda parece claro, a luz atravessa com a maior nitidez possivel). Então, imagine que você está olhando em uma das pontas do cano. Há vários quilômetros de distância, na outra ponta, um amigo seu liga uma lanterna e reflete sua luz dentro do cano. Uma vez que o interior do cano é revestido de um espelho perfeito, a luz da lanterna refletirá na superfície do cano (mesmo que ele seja curvo ou distorcido) e você a verá na outra ponta. Se o seu amigo começar a ligar e desligar a lanterna à maneira do código Morse, ele conseguirá se comunicar com você por meio do cano. Essa é o cabo de fibra ótica.

Fusão de Fibra

“Fusion Splicing”é o processo de fusão ou soldagem entre duas fibras, geralmente utilizado por empresas de telecom para construção e manutenção de redes de fibra óptica.
É o método de fusão mais utilizado , pois proporciona a menor perda além de uma articulação mais forte e segura entre as duas fibras.


Praticamente todas as fusões de fibra são “sigle-mode”. Nas fibras multimodos o processo é mais complexo.
As máquinas de fusão são na maioria dos casos automáticas, algumas com parâmetros de fusão pré-estabelecidos. Todas requerem a utilização do clivador para que o corte da fibra seja preciso, desta forma permitindo que a fibra seja fundida corretamente.


O uso apropriado da maquina e do clivador requer que as instruções do fabricante seja seguida corretamente. Cada produto varia de acordo com o fabricante.



Alinhamento de Fibra automático
As extremidades das fibras são ajustadas em uma superfície móvel, que são utilizadas para alinhar as fibras e ajustar a distância automaticamente. Durante o processo automatizado, o juntador irá alinhar as fibras utilizando um dos dois métodos:
Núcleo óptico ou Perfil de Alinhamento de Sistemas (PAS)

Núcleo óptico ou Perfil de Alinhamento de Sistemas (PAS)
O alinhamento óptico por núcleo, também chamado “Profile Alignment”, é uma técnica utilizada por muitos modelos de maquinas de fusão. As duas fibras são iluminadas e através de imagens o software reconhece o núcleo das fibras e alinha automaticamente usando rolo móvel. O software também calcula perda de emenda após a fusão estar completa.

Injeção local e Detecção (Sistema LID)

No alinhamento de Injeção e Detecção de local a luz é projetada nas fibras por flexão. O medidor de luz do splicer é projetado entre as fibras, enquanto estão em movimento, o que significa que as fibras são perfeitamente alinhadas. O sistema LID também verifica a perda durante a fusão.

Ambas as técnicas funcionam bem com a maioria das fibras. Consulte o manual de instruções ou pergunte ao fabricante causo houver qualquer dúvida.


Decapador de Fibra

Existem 3 tipos de ferramentas decapadoras para fibra óptica, conhecidos como Miller Stripper, No-Nik e Micro-Strip. Todos os três podem funcionar igualmente bem, desde que o técnico esteja familiarizado com a ferramenta.
Cada desencapador tem o tamanho determinado para cada revestimento de fibra, por isso certifique-se de estar utilizando a ferramenta correta.

Processo de emenda de fusão
Preparar as fibras para serem unidas
O processo é o mesmo para todos os tipos de emendas: desencapar, limpar, cortar no clevador e fazer a fusão.
– Quando estiver pronto para emendar uma fibra, retirar o revestimento no comprimento adequado.
– Limpar a fibra com produtos adequados
– Clivar a fibra usando o processo apropriado
– Colocar a fibra nas guias da máquina de emenda de fusão e prenda-la
– Repita o mesmo processo para a outra fibra a ser fusionada.



Execute o programa da maquina de fusão
Escolha o programa adequado para emenda de fusão das duas fibras.
A maquina de fusão vai mostrar as fibras sendo emendados na tela de vídeo.


A Extremidades da fibra será inspecionado para se unir adequadamente, as que estiverem má aparadas serão rejeitadas como mostra a imagem acima.

Fusão automatizada


Se estiverem ok o processo de emenda será automatizada.

– Ciclo “Prefuse” irá remover qualquer sujeira nas extremidades da fibra e pré-aquecer as fibras.
– As fibras serão alinhadas utilizando o método de alinhamento do núcleo
– As fibras serão fundidas por um ciclo automático de aquecimento
– Quando a fusão for concluída, a máquina de fusão irá inspecionar a emenda e estimar a perda óptica no processo de fusão. Vai dizer ao operador se uma nova emenda precisará ser feita.
– O operador deverá remover a fibra das guias e anexar um protetor de emenda que se ajusta ao cabo graças ao calor, protegendo a fibra de umidade e outras ameaças do ambiente.



sábado, 29 de agosto de 2015

Filme Hacker

Após observarmos o filme Hacker fizemos uma analise sobre os termos de redes usados, e nós podemos ver as ferramentas que os Hackers usam para invadir um computador ou um celular... Dentre esses explicaremos alguns Softwares usados no filme Hacker: 

Linha De Comando: Linha de comando é como uma porta é um aplicativo que tem como base um texto para ver, manipular e manusear os arquivos em um computador. 


Criptografia gpg: É utilizado para proteger os arquivos para que somente o usuário para quem for enviado poderá ter acesso ao conteúdo.


Back Door: É um aplicativo instalado no computador, que permite ter acesso de usuário e controlar todo o sistema por meio da rede ou da internet.


IP: É como se fosse o CEP, ele é responsável por encaminhar os pacotes que trafegam na rede mundial de computadores, cada IP tem seu endereço.


Malware: É um software que se infiltra em um computador qualquer de forma ilícita, com a intenção de causar algum dano ou roubo de informações. 


Proxy: É um servidor de um sistema de computador que age como um intermediário para requisições de clientes, solicitando recursos de outros servidores...


Sistema CTP: É um sistema usado em empresas de grande porte.


Onion Routing:  É uma comunicação anônima que através de uma rede de computadores.


Mensagens são repetidamente criptografadas e enviadas através de diversos nós de rede, chamados "roteadores cebola". Cada roteador cebola remove uma cada de encriptação para ler instruções de roteamento, e envia a mensagem para o próximo roteador, onde o processo é repetido. Este procedimento previne que os nós intermediários saibam a origem, destino e conteúdo da mensagem.
A técnica de Onion Routing foi desenvolvida por Michael G. Reed, Paul F. Syverson, e David M. Goldschlag, e patenteada pela Marinha dos Estados Unidos da América em 1998. Até o presente momento, a tecnologia predominante que implementa esta técnica é o projeto Tor.

domingo, 26 de julho de 2015

Entendendo Como Funciona os Modelos OSI e TCP/IP

      OSI
O OSI como já foi mostrado tem 7 camadas e o que cada uma delas tem uma função na tabela abaixo mostra de um modo simplificado e fácil de entender os seus protocolos:

                                               Imagem do Google
    TCP/IP
O TCP/IP  tem 4 camadas como já sabemos e na tabela mostra de uma maneira simples de entendemos como funciona cada camada e sua função.
                                             Imagem do Google

Algumas semelhanças do modelo OSI x TCP/IP:

Algumas semelhanças:

*Ambos são divididas em camadas;
*Ambos têm camadas de aplicação, embora incluam serviços muito diferentes;
*Ambos têm camadas de transporte e de rede comparáveis;
*A tecnologia de comutação de pacotes é presumida por ambos;
*Os profissionais da rede precisam conhecer ambos.

Algumas diferenças:

*O TCP/IP combina os aspectos das camadas de apresentação e de sessão dentro da sua camada de aplicação;
*O TCP/IPcombina as camadas física e de enlace do OSI em uma camada ;
*O TCP/IP parece ser mais simples por ter menos camadas;
*Os protocolos do TCP/IP são os padrões em torno dos quais a Internet se desenvolveu, portanto o modelo TCP/IP ganha credibilidade apenas por causa dos seus protocolos;
*Em contraste, nenhuma rede foi criada em torno de protocolos específicos relacionados ao OSI, embora todos usem o modelo OSI para guiar os estudos.

TCP/IP

Uma simples definição para saber o que é um TCP/IP é um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede.
O TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol), surgiu de uma necessidade específica do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O modelo de referência TCP/IP e a pilha de protocolos TCP/IP tornam possível a comunicação de dados entre dois computadores quaisquer, em qualquer parte do mundo, a aproximadamente a velocidade da luz. Devido ao surgimento de um grande número de redes de computadores, a International Organization for Standardization (ISO) realizou uma pesquisa sobre esses vários esquemas de rede. Viu-se então, a necessidade de se criar um modelo de rede para ajudar os desenvolvedores a implementar redes que poderiam comunicar-se e trabalhar juntas.
O TCP/IP tem 4 camadas (Interface da rede,Inter-rede,Transporte e Aplicação)diferente do OSI, pois algumas camadas no OSI por serem semelhantes juntaram e ficando somente 4 camadas que é equivalente a 7 camadas no OSI.