A
comunicação com fibra óptica tem suas raízes nas invenções do século XIX. Um
dispositivo denominado Fotofen convertia sinais de voz em sinais óticos
utilizando a luz do sol e lentes montadas em um transdutor que vibrava ao
entrar em contato com o som.
A fibra óptica em si foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kanpany, ela se tornou mais prática durante os anos 60 com o surgimento das fontes de luz de estado sólido, raio lazer e os LEDs (do inglês light-emitting diodes), e das fibras de vidro de alta qualidade livres de impurezas. As companhias telefônicas foram as primeiras a se beneficiar do uso de técnicas de fibra ótica em conexões de longa distância, em meados da década de 1980, foram estendidos, nos Estados Unidos e no Japão, milhares de quilômetros de cabos de fibra óptica para estabelecer comunicações telefônicas.
A fibra óptica em si foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kanpany, ela se tornou mais prática durante os anos 60 com o surgimento das fontes de luz de estado sólido, raio lazer e os LEDs (do inglês light-emitting diodes), e das fibras de vidro de alta qualidade livres de impurezas. As companhias telefônicas foram as primeiras a se beneficiar do uso de técnicas de fibra ótica em conexões de longa distância, em meados da década de 1980, foram estendidos, nos Estados Unidos e no Japão, milhares de quilômetros de cabos de fibra óptica para estabelecer comunicações telefônicas.
O funcionamento desses cabos ocorre de forma bem simples. Cada filamento
que constitui o cabo de fibra óptica é basicamente formado por um núcleo
central de vidro, por onde ocorre a transmissão da luz, que possui alto índice
de refração e de uma casca envolvente, também feita de vidro, porém com índice
de refração menor em relação ao núcleo. A transmissão da luz pela fibra óptica
segue o princípio da reflexão. Em uma das extremidades do cabo
óptico é lançado um feixe de luz que, pelas características ópticas da fibra,
percorre todo o cabo por meio de sucessivas reflexões até chegar ao seu destino
final.
Pense em
um imenso canudo de refrigerante ou em um cano plástico flexível. Imagine, um
cano exetremamente comprido. Agora, considere que a superfície interna desse
cano foi revestida com um espelho perfeito e esse espelho foi feito de vidro extremamente
puro, de modo que, mesmo que seja vários quilômetros de comprimento, a luz
ainda pode atravessá-lo (imagine vidro tão transparente que, uma janela com
esse vidro, de vários quilômetros de espessura, ainda parece claro, a luz
atravessa com a maior nitidez possivel). Então, imagine que você está olhando
em uma das pontas do cano. Há vários quilômetros de distância, na outra ponta,
um amigo seu liga uma lanterna e reflete sua luz dentro do cano. Uma vez que o
interior do cano é revestido de um espelho perfeito, a luz da lanterna
refletirá na superfície do cano (mesmo que ele seja curvo ou distorcido) e você
a verá na outra ponta. Se o seu amigo começar a ligar e desligar a lanterna à
maneira do código Morse, ele conseguirá se comunicar com você por meio do cano.
Essa é o cabo de fibra ótica.
Fusão de
Fibra
“Fusion
Splicingӎ o
processo de fusão ou soldagem entre duas fibras, geralmente utilizado por
empresas de telecom para construção e manutenção de redes de fibra óptica.
É o
método de fusão mais utilizado , pois proporciona a menor perda além de uma
articulação mais forte e segura entre as duas fibras.
Praticamente
todas as fusões de fibra são “sigle-mode”. Nas fibras multimodos o
processo é mais complexo.
As
máquinas de fusão são na maioria dos casos automáticas, algumas com parâmetros
de fusão pré-estabelecidos. Todas requerem a utilização do clivador para que o
corte da fibra seja preciso, desta forma permitindo que a fibra seja fundida corretamente.
O uso
apropriado da maquina e do clivador requer que as instruções do fabricante seja
seguida corretamente. Cada produto varia de acordo com o fabricante.
Alinhamento
de Fibra automático
As
extremidades das fibras são ajustadas em uma superfície móvel, que são utilizadas
para alinhar as fibras e ajustar a distância automaticamente. Durante o
processo automatizado, o juntador irá alinhar as fibras utilizando um dos dois
métodos:
Núcleo
óptico ou Perfil de Alinhamento de Sistemas (PAS)
Núcleo
óptico ou Perfil de Alinhamento de Sistemas (PAS)
O
alinhamento óptico por núcleo, também chamado “Profile Alignment”, é uma
técnica utilizada por muitos modelos de maquinas de fusão. As duas fibras são
iluminadas e através de imagens o software reconhece o núcleo das fibras e
alinha automaticamente usando rolo móvel. O software também calcula perda de
emenda após a fusão estar completa.
Injeção
local e Detecção (Sistema LID)
No
alinhamento de Injeção e Detecção de local a luz é projetada nas fibras por
flexão. O medidor de luz do splicer é projetado entre as fibras, enquanto estão
em movimento, o que significa que as fibras são perfeitamente alinhadas. O
sistema LID também verifica a perda durante a fusão.
Ambas as
técnicas funcionam bem com a maioria das fibras. Consulte o manual de
instruções ou pergunte ao fabricante causo houver qualquer dúvida.
Decapador
de Fibra
Existem 3
tipos de ferramentas decapadoras para fibra óptica, conhecidos como Miller
Stripper, No-Nik e Micro-Strip. Todos os três podem funcionar igualmente bem,
desde que o técnico esteja familiarizado com a ferramenta.
Cada
desencapador tem o tamanho determinado para cada revestimento de fibra, por
isso certifique-se de estar utilizando a ferramenta correta.
Processo
de emenda de fusão
Preparar
as fibras para serem unidas
O
processo é o mesmo para todos os tipos de emendas: desencapar, limpar, cortar
no clevador e fazer a fusão.
– Quando
estiver pronto para emendar uma fibra, retirar o revestimento no comprimento
adequado.
– Limpar
a fibra com produtos adequados
– Clivar
a fibra usando o processo apropriado
– Colocar
a fibra nas guias da máquina de emenda de fusão e prenda-la
– Repita
o mesmo processo para a outra fibra a ser fusionada.
Execute o
programa da maquina de fusão
Escolha o
programa adequado para emenda de fusão das duas fibras.
A maquina
de fusão vai mostrar as fibras sendo emendados na tela de vídeo.
A
Extremidades da fibra será inspecionado para se unir adequadamente, as que
estiverem má aparadas serão rejeitadas como mostra a imagem acima.
Fusão
automatizada
Se
estiverem ok o processo de emenda será automatizada.
– Ciclo “Prefuse”
irá remover qualquer sujeira nas extremidades da fibra e pré-aquecer as fibras.
– As
fibras serão alinhadas utilizando o método de alinhamento do núcleo
– As
fibras serão fundidas por um ciclo automático de aquecimento
– Quando
a fusão for concluída, a máquina de fusão irá inspecionar a emenda e estimar a
perda óptica no processo de fusão. Vai dizer ao operador se uma nova emenda
precisará ser feita.
– O
operador deverá remover a fibra das guias e anexar um protetor de emenda que se
ajusta ao cabo graças ao calor, protegendo a fibra de umidade e outras ameaças
do ambiente.











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